Música, propaganda e voces da época para conmemorar a Revolución dos Cravos coa Associaçom José Afonso na Galiza

A Associaçom José Afonso – Galiza organiza um programa de atividades em rede para comemorar a Revoluçom dos Cravos, onde diversas vozes servirám para achegar aquele movimento que recuperou a liberdade para o povo em Portugal. Músicos como Jasper e Tiago Fernandes interpretarám músicas vinculadas a José Afonso, ademais de se somarem à convocatória para cantar o ‘Grândola’ de jeito colectivo, das janelas, este 25 de Abril às 16h00 (15h00 em Portugal).

Com a ideia de celebrar em casa este acontecimento por causa da pandemia do coronavírus, a AJA-Galiza adaptou a programaçom prevista para a sua emissom em redes sociais, de maneira que se poderá seguir os dias 24 e 25 de Abril no Facebook e no Twitter desta associaçom, onde se pretendem dar a conhecer algumhas referéncias deste feito histórico e também a sua vinculaçom com a Galiza.

Deste jeito, a programaçom começa a sexta 24 de Abril às 18h00 com um fío sobre a exposiçom “25 de Abril Sempre” com os cartazes comemorativos elaborados por artistas que cada ano se editam em Portugal desde a Revoluçom dos Cravos.

Para sábado está prevista a emissom de “Grândola, Vila Morena”, que marcou o início da revoluçom, às 16:00 h. (15:00 h. em Portugal) com um chamado a sair às janelas para cantar e subir fotos e vídeos às redes sociais com os hashtags #25deAbril e #25deAbrilGZ. Mais de 20 coletivos, entidades e centros sociais promovem esta iniciativa na Galiza, com a colaboración também da Rede da Galilusofonia.

A AJA de Portugal enviou um saúdo para Galiza através de Mario Correia, com referéncias à boa acolhida que tivo José Afonso neste país, num vídeo que se emitirá às 17h00. Isto dará passo ao cantante Jasper, que interpretará às 18h00 a cançom “Canta, camarada” num videoclipe feito para a ocasiom, que recolhe imagens de José Afonso, Francisco Fanhais e José Mario Branco em Compostela.

A catedrática de Comunicaçom Audiovisual Margarita Ledo achegará depois “Umha visom galega do Portugal revolucionário”, que servirá para dar luz àquele contexto de 1974 onde ela estava exilada no Porto (Portugal). E a seguir, o artista português Tiago Fernandes cantará “Traz outro amigo também”, que servirá para encerrar esta programaçom virtual.

No compromisso da AJA-Galiza com a cultura, com a reivindicaçom social e com a difusom do legado de José Afonso, as actividades que estavam previstas para estas datas, organizadas lado com lado com a Gentalha do Pichel e a colaboraçom da Deputaçom da Corunha, ficam adiadas, mas nom canceladas.

7 dias atrás

AJA Galiza

Todo o nosso apoio e solidariedade com a Gentalha Do Pichel, que acabou de sofrer um novo roubo com desperfeitos. Máis do que nunca compre apoiar os centros sociais como espaços abertos, críticos e populares, sempre abertos a colaborar com associaçons como a nossa. Um abraço Gentalha! 🌹PILHAGENS OU REDES DE SOLIDARIEDADE?

Recentemente a Gentalha do Pichel tem sido vítima dum par de roubos no local social e agora sabemos que furtos do estilo estám a suceder-se também em pequenos negócios e mesmo associaçons e sindicatos.
Se bem no nosso caso nom supugérom quantias económicas muito importantes, sim gerárom significativos desperfeitos materiais e mermárom a caixa já de por si modesta nos tempos que atravessamos.
Da Gentalha somos conscientes de que as condiçons de vida da nossa classe estám cada vez mais depauperadas, situaçom agravada pola crise derivada da pandemia. Somos conscientes também de que pretendem divulgar o medo através da manipulaçom mediática que sobredimensiona as consequências de ocupaçons de vivendas e dos roubos em grandes propriedades para conseguir que sejamos as de abaixo as que demandemos mais controlo policial e medidas legáis que nos deixem indefesas perante a classe dominante.
Conscientes de todo isto também queremos manifestar o nosso firme rechaço a quem rouba e dana em pequenas lojas ou negócios locáis da vizinhança e ainda mais em projetos autogeridos que, como a Gentalha, nom tiramos qualquer lucro individual e tenhem como única razom de ser o benefício coletivo.

Face o individualismo e o "salve-se quem puder" que nos impóm o capitalismo, da Gentalha mais umha vez propomos redes de apoio mútuo, solidariedade e organizaçom coletiva.

Só o povo salva o povo.
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2 semanas atrás

AJA Galiza
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